INFORMATIVO DAVID LOPES MACEDO

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quarta-feira, 22 de novembro de 2017

A cada 5 minutos, 3 brasileiros morrem em hospitais por falhas médicas

            Os eventos adversos em hospitais só não matam mais que doenças cardiovasculares


PESQUISA DA UFMG

A cada 5 minutos, 3 brasileiros morrem em hospitais por falhas médicas

As informações fazem parte do 1º Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil, produzido pelo IESS e UFMG; erros que poderiam ser evitados matam mais que a soma das mortes por câncer, acidentes de trânsito e homicídios








Uma pesquisa do Instituto  de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), produzido pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), concluiu que eventos adversos em hospitais são a segunda causa de morte mais comum no Brasil, matando mais que a soma das mortes por acidentes de trânsito, homicídios, latrocínios e, também, por câncer. Os números integram o 1º Anuário da Segurança Assistencial Hospitalar no Brasil. 
Conforme divulgado pelo instituto, todo dia 829 brasileiros falecem em decorrências de condições adquiridas em unidades de saúde, o que equivale a três mortos a cada cinco minutos. Dados de outros anuários indicam que a cada dia 129 brasileiros morrem em acidentes de trânsito, 164 por mortes violentas, e de 480 a 520 perdem a vida para o câncer. A soma de todas estas coisas culmina em 813 mortes por dia, menos que os eventos relacionados aos hospitais. 
As falhas médicas só não matam mais que as doenças cardiovasculares, consideradas a principal causa de falecimento no mundo, e que mata todos os dias aproximadamente 950 brasileiros, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia.
No mundo, de acordo com o documento, ocorrem anualmente 421 milhões de internações hospitalares e 42,7 milhões de eventos adversos, um problema de saúde pública reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Nos Estados Unidos, país com população de quase 325 milhões de pessoas, os eventos adversos causam 400 mil óbitos por ano, ou 1.096 por dia. O que faz com que esta seja a terceira causa de morte mais comum naquele país, atrás apenas de doenças cardiovasculares e do câncer.
 "O dado mais alarmante na comparação com os Estados Unidos é que o total de falecimentos por dia causados por eventos adversos está próximo do brasileiro. São 1.096 lá e 829 aqui. Mas a população norte americana é 55,6% maior do que a nossa. Eles são 323,1 milhões, enquanto nós somos 207,7 milhões", alerta Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS. "Precisamos estabelecer um debate nacional sobre a qualidade dos serviços prestados na saúde a partir da mensuração de desempenho dos prestadores e, assim, prover o paciente com o máximo possível de informações para escolher a quem ele vai confiar os cuidados com sua vida", conclui. 

"EVENTOS ADVERSOS"

Ainda conforme o levantamento feito pela UFMG, 302.610 pessoas morreram em hospitais públicos e privados por conta de "eventos adversos" somente em 2016. Os principais problemas foram erros de dosagem ou aplicação de medicamentos, o uso incorreto de equipamentos e infecção hospitalar. "Não significa, necessariamente, que houve um erro, negligência ou baixa qualidade, mas trata-se de incidente que poderia ter sido evitado, na maior parte das vezes", afirma a pesquisa. 
Entretanto, a morte não é a única consequência destes eventos. Sequelas com comprometimento do exercício das atividades da vida do paciente, sofrimento psíquico e a elevação do custo assistencial são outros desdobramentos das falhas médicas que poderiam ser evitadas. Ainda de acordo com o Anuário, dos 19,1 milhões de brasileiros internados em hospitais ao longo de 2016, 1,4 milhão foram "vítimas" de ao menos um evento adverso.
"Não existe sistema de saúde que seja infalível. Mesmo os mais avançados também sofrem com eventos adversos. O que acontece no Brasil está inserido em um contexto global de falhas da assistência à saúde nos diversos processos hospitalares. A diferença é que, no caso brasileiro, apesar dos esforços, há pouca transparência sobre essas informações e, sem termos clareza sobre o tamanho do problema, fica muito difícil começar a enfrentá-lo", afirma o Dr. Renato Couto, professor da UFMG e um dos responsáveis pelo Anuário.
Luiz Augusto Carneiro, superintendente executivo do IESS, destaca que, hoje, ao escolher um determinado hospital para se internar, os brasileiros se baseiam apenas em uma percepção de qualidade, na recomendação de um médico ou na opinião de conhecidos. Entretanto, ninguém tem condições de garantir que aquele prestador realmente é qualificado, simplesmente porque não temos indicadores de qualidade claros e amplamente conhecidos. "Não há como saber quantas infecções hospitalares foram registradas no último ano, qual é a média de óbitos por diagnóstico, qual é a média de reinternações e por aí afora", critica Carneiro.
O estudo aponta, ainda, que os pacientes com alguma condição adquirida em função de evento adverso permaneceram internados aproximadamente três vezes mais do que o tempo previsto quando foram inicialmente admitidos nos hospitais.

PREJUÍZO

Além das vidas perdidas, o Anuário projeta que, em 2016, os eventos adversos consumiram R$ 10,9 bilhões de recursos que poderiam ter sido melhor aplicados, apenas na saúde suplementar brasileira. Não foi possível estimar as perdas para o SUS porque os valores pagos aos hospitais se originam das Autorizações de Internações Hospitalares (AIHs) e são fixados nas contratualizações, existindo outras fontes de receita não operacionais, com enorme variação em todo o Brasil.
Ainda de acordo com o Anuário, as vítimas mais frequentes de eventos adversos são pacientes com menos de 28 dias de vida ou mais de 60 anos. As infecções hospitalares respondem por 9,7% das ocorrências. As condições mais frequentes são: lesão por pressão; infecção urinária associada ao uso de sonda vesical; infecção de sítio cirúrgico; fraturas ou lesões decorrentes de quedas ou traumatismos dentro do hospital; trombose venosa profunda ou embolia pulmonar; e, infecções relacionadas ao uso de cateter venoso central.
FONTE: O TEMPO

"SICKO" VALE A PENA VER ESSE DOCUMENTÁRIO É MUITO IMPORTANTE PARA ENTENDER O PROJETO DE DESTRUIÇÃO DO SUS AQUI NO BRASIL



VALE A PENA VER ESSE DOCUMENTÁRIO É MUITO IMPORTANTE PARA ENTENDER O PROJETO DE DESTRUIÇÃO DO SUS AQUI NO BRASIL, SiCKO é um filme feito por Michael Moore em 2007, que fala sobre o Sistema de saúde dos Estados Unidos da América. Como o título indica pela referência ao termo sick, que quer dizer "doente" esse documentário aborda a saúde por seu lado inverso, a doença, mas não os seus aspectos biológicos e sim sociais e éticos. Aborda a questão da seguridade social e saúde nos Estados Unidos revelando as contradições entre a riqueza do país e má qualidade de vida decorrente da desorganização dos setores assitência médica pública e privada na lógica capitalista de manutenção dos lucros das seguradoras de saúde, segundo o autor do filme em luta contra os fantasmas do socialismo representado pelo que ele denomina medicina socializada exemplicado pelo sistema médico canadense, inglês e francês. Michael Moore é um audaz crítico do way of life americano como também revela seu filme sobre a violência e comércio de armas: Bowling for Columbine traduzido no Brasil como Tiros em Columbine e o clipe de Boom! música do grupo System of a Down.

NOTA do Instituto Mandela de Assuntos para Segurança Prisional sobre o Dia Consciência Prisional à Consciência Negra.

Dia Consciência Prisional à Consciência Negra.



O 20 de novembro foi celebrado pela primeira vez no ano de 1971. A escolha dessa data deu-se por ser considerado o dia da morte de Zumbi dos Palmares, que ocorreu em 1695. Zumbi que é considerado herói nacional por lei, e de combate ao racismo", pela lei federal de 2011 (12.519) que instituiu o 20 de novembro como Dia Nacional da Consciência Negra.

A celebração do 20 de novembro para a população negra é parte da estratégia dos Movimentos Negros, que atuam por todo território brasileiro no processo de descolonização da história nacional, conscientizando a sociedade da importância histórica dos negros  para a formação da História Nacional e organização política e econômica de nossa sociedade. Além de denunciar as atrocidades da escravidão brasileira.

Para o servidores públicos do sistema prisional da Bahia, Servidores Penitenciários e Penitenciárias, o 20 de novembro também é uma data muito importante.

O Dia do Servidor Penitenciário foi instituído, pela Lei 13.797/2017, aprovada pela Assembleia Legislativa da Bahia e sancionada pelo governador da Bahia, o Sr. Rui Costa, em 27 de agosto de 2017. E contou com a motivação do Dep. José de Arimateia.

Esta data tem uma grande simbologia para a categoria, não apenas pelo reconhecimento da sua importância para a sociedade, mas, sobretudo, porque representa para os Servidores e Servidoras resgate de consciência da sua história de lutas e resistência, visto que, essa data, 20 de novembro 1997, resultou na criação do Grupo Ocupacional de Serviços Penitenciários-GSP.

É de suma importância, registrar que a contribuição dos Servidores  Penitenciários Penitenciárias vêm de longas datas, tempos esses que ser Agente Penitenciário era sinônimo de vergonha. Essa extensa jornada por valorização e reconhecimento, não apenas voltada para si, mas, sobretudo para seu papel laboral na construção de diálogos com instituições ligadas aos Direitos Humanos, e sendo decisivos à superação do distanciamento entre gestores das Secretaria Prisional e a categoria, 

É uma dura realidade, fato documentado, logo, não se pode negar que a questão prisional está diretamente interligada as questões raciais no Brasil, principalmente, como "instituições totais", que visava a institucionalização dos corpos, por meio do controle total,  especialmente, após a abolição da escravatura. Ou seja, em grande parte as condenações não se davam em razão dos crimes imputados, mas, ante a segregação racial.

O Sistema Prisional do Brasil tem cor, sua existência visou e ainda visa receber (punir, vigiar, controlar) homens negros, e hoje, infelizmente, o número de mulheres negras já chega a 58% das pressas. Por mais constrangedor que possa ser, é a realidade. Segundo o professor de Filosofia e Teoria Geral do Direito da Universidade Mackenzie e presidente do Instituto Luiz Gama, Silvio Almeida, "o racismo institucional funciona como um agente regulador em nossa sociedade", e o sistema prisional é parte dessa equação.

Segundo dados oficiais, a população carcerária do Brasil chegou ao número de 622.202 presos, dos quais 61,6% são negros (pretos e pardos). É o que aponta o Levantamento Nacional de Informações Penitenciárias (Infopen), reflexo de condenações para além da natureza do crime, mas, pautada sobretudo nas características do criminoso, isto é, a cor da pele determina o grau de punição e justifica a degradação sanitária do sistema prisional.

Dentro deste contexto, o encarceramento em massa, para Almeida, é um paradoxo no meio da discussão dos direitos humanos. "As mazelas do sistema prisional, denunciadas pelos dados de forma chocante, não são resultado do mal funcionamento do sistema prisional. Na verdade, é o resultado de um funcionamento 'ótimo'".

Portanto, podemos afirmar, que se o sistema prisional é o que é, em razão do seu papel na história no processo de encarceramento racial, e na negação do Estado em garantir uma política humanizada, sendo o grande legitimador e garantidor precarização institucional.

Tal política, inegavelmente, é extensiva à política precária de profissionalização, que atinge diretamente os servidores, marginalizando-os com a desvalorização e o descaso generalizado, provocando uma onda de desmotivação em ser ser Agente Penitenciário. Nesse sentido, em grande parte, a falta de uma agenda estadual, sobretudo, a precária remuneração desses servidores públicos se insere na mesma lógica.

Portanto, o 20 de novembro é um novo momento para todos nós, no sentido de nos repensarmos como atores de mudanças e proposições prisional, não só da valorização intra muros para si, nem tampouco apenas pecuniária. Mas, estas como fruto da nossa inserção junto à sociedade, para também com ela pensar e propor soluções para esses tempo de transformações no sistema prisional. 

Logo, é de rara oportunidade fazer um debate qualificado sobre o quanto precisamos aprender sobre essas questões, e construir novos olhares e pontes com a sociedade sobre suas preocupações e as nossas, no que tange a dicotomia entre movimentos sociais/raciais e o sistema. E à categoria dos servidores é da nossa responsabilidade reduzir as distâncias e consolidar parcerias, são estratégias de lutas e  empoderamento.

Ou seja, se já não somos o "umbigo" do sistema prisional, não podemos nos limitar a olhar o sistema prisional como se ele fosse nosso inimigo, muito menos a sociedade. E tão pouco podemos continuar ignorando a sociedade, até porque nós somos parte dela. Nesse sentido, a palestra "Consciência Negra: "Um olhar sobre a Diversidade", que será realizado no Conjunto Penal de Feira de Santana, com a Sr. Ivanilde Rodriguez Santa Bárbara constrói pontes.

É claro que temos ciência que algumas Servidores e Servidoras Penitenciárias, entre muitos agentes e gestores, em algumas unidades prisionais, têm um inegável histórico de contribuição. Entre eles podemos citar o Sr. Nilson Sérgio Brito Ribeiro, ex-Coordenador Setorial de Integração, que em Feira de Santana, o Sr. Orlando Berdel, de Teixeira de Freitas, juntamente com vários colaboradores, que fazem uma extraordinária política de Ressocialização prisional, sem perder de vista a política de segurança prisional, e o Sr. Valdomiro Ferreira Filho que tem desenvolvido cursos em defesa pessoal para os colegas, entre tantos outros colaboradores.

E nesse sentido, o nós do Instituto Mandela de Assuntos para Segurança Prisional parabenizamos todos os Servidores e Servidoras Penitenciárias, posto que, apesar das dificuldades e das negações ou contradições das políticas de gestão prisional,  nunca deixaram de honrar seu compromisso e seu dever para com o Estado, alguns "pagando" com a própria saúde e a vida. E não esquecemos os colegas falecidos, dos quais devemos guardar na memória e honrar nas lutas.

Instituto Mandela de Assuntos para Segurança Prisional

Procuradores protestam contra Moro durante evento em Curitiba

Procuradores protestam contra Moro durante evento em Curitiba


Lula Marques
  
Apesar do rechaço dos procuradores, a direção da entidade decidiu manter o juiz como palestrante, o que levou ao protesto.

“Se não podia mais desconvidar um juiz que é um juiz polêmico, que dividiu a categoria, se não meio a meio, que trouxe insatisfação, nós pedimos para que fizessem um contraponto. Ouvisse uma opinião do mesmo tema, com uma outra visão. Nós sugerimos, inclusive, o ex-ministro da Justiça, Eugênio Aragão. Para nós, a negativa do convite nos deu a certeza de que aqui foi armado um palco que na verdade não é de combate a corrupção”, afirma o procurador de Fortaleza e ex-presidente da ANPM, Guilherme Rodrigues.

Os procuradores argumentam que Moro exerce uma magistratura acusatória, que desrespeita os advogados e a defesa dos réus. “A ele, ao juiz da causa, que deveria ser imparcial, só servem as provas que venham a contribuir com a tese dele, que é acusatória. Um juiz não pode ser acusador”,argumentou a procuradora municipal de Fortaleza Rosaura Brito Bastos.

“Não se combate a corrupção combatendo direitos fundamentais”, reforçou Guilherme. “Quando ele age dessa forma, ele desrespeita o trabalho dos advogados. Não existe hierarquia, não existe uma superioridade. Não se admite que um juiz mande um advogado calar e boca e mande ele fazer concurso para juiz. Nós não queremos ser juízes, nós queremos ser advogados”, completa Rousaura.
 

Do Portal Vermelho, com informações do Paraná Portal

Ex-BBB Emilly Araújo não tem mais dinheiro para pagar aluguel no Rio

Ex-BBB Emilly Araújo não tem mais dinheiro para pagar aluguel no Rio




Emilly Araújo está prestes a deixar a mordomia do Rio de Janeiro e voltar para suas terras de origem, no Sul do Brasil. Isso porque, segundo Leo Dias, do jornal “O Dia”, a vencedora do “Big Brother Brasil 17” está sem grana para bancar os R$ 10 mil do aluguel de um apartamento na Barra da Tijuca, onde mora atualmente.
Por enquanto, a morena está em viagem pela Europa, bancada, ainda de acordo com o colunista, por Neymar. Ela está namorando um amigo do craque, o que garante seu passeio em Paris. Contudo, assim que voltar para o Brasil, sem dinheiro, terá que se mudar.
Emilly foi a vencedora do BBB 17
Apesar do prêmio de R$ 1 milhão, a jovem está falida
Não ganhou muita fama após a saída e não recebeu muitas propostas de trabalho na TV
Continua sendo lembrada pelo romance polêmico que viveu com Marcos Harter 
Atualmente, ela namora um amigo de Neymar enquanto é bancada pelo craque em Paris
A ex-BBB foi flagrada com Jota, seu namorado, pela primeira vez no villa mix 
Jota Amâncio é considerado irmão de Neymar já que ambos são amigos desde pequenos
Emilly namora Jota Amâncio. Os dois, incluindo Mayla Araújo e Neymar Júnior, curtiram o show do rapper americano Tyga, em Paris, no último fim de semana.
 Fonte: Metropoles

terça-feira, 21 de novembro de 2017

SITE E PAGINA RANKING DOS POLITICOS É O FAKE NEWS DA POLITICA BRASILEIRA


RANKING POLITICO O FAKE NEWS DA POLITICA
 Jovens lançam site para confundir eleitorado, pagina no facebook tem quase 800 mil curtidas, Trata-se de um site de direita para fazer a defesa de políticos veja como o site se posiciona elege a senadora Ana Amélia como a melhor o segredo da MANIPULAÇÃO ESTÁ NA SEÇÃO QUALIDADE LEGISLATIVA OBSERVE A FRAUDE 


SEM APRESENTAÇÃO DE NEM UM MÉTODO O SITE VAI CRIANDO UMA FRAUDE ENCIMA DA QUALIDADE LEGISLATIVA E ASSIM EMPURRANDO OS MELHORES PARLAMENTARES DO BRASIL PARA A ULTIMA POSIÇÃO E OS PIORES FICANDO NAS MELHORES POSIÇÕES DE ACORDO A IDEOLOGIA DOS JOVENS NEO LIBERAIS DONOS DO SITE. VEJAMOS A PROVA NA PRÁTICA! 

"Em muitos casos políticos condenados lideram no RANKING POLITICO como melhor superando fichas limpas"

 A SETA APONTA ONDE ENTRA A FRAUDE DO SITE.

Parlamentares excluídos do prêmio congresso em foco aparece como melhores no site RANKING POLITICO, incluído políticos ficha suja. 

Uber compra US$ 1 bilhão em carros que vão dirigir sem motorista

Uber compra US$ 1 bilhão em carros que vão dirigir sem motorista


Não é segredo que o Uber quer se livrar dos motoristas humanos no futuro, substituindo-os por carros autônomos para reduzir custos. Bem, a empresa acaba de dar um enorme passo nesse sentido.
O Uber concordou em comprar 24 mil veículos utilitários da Volvo para formar uma frota de carros sem motorista. Eles serão entregues entre 2019 e 2021, e receberão sensores e software para dirigirem sozinhos.

Cada Volvo XC90 custa US$ 47 mil nas concessionárias dos EUA, então a frota completa valerá mais de US$ 1 bilhão. O valor do acordo, no entanto, não foi revelado.
Uber já usava cem unidades do Volvo XC90 para testes autônomos em Pittsburgh, oferecendo corridas de graça com carros que dirigem sozinhos. Eles tinham um motorista atrás do volante caso algo desse errado.
Este mês, o Uber anunciou que receberá investimentos no total de US$ 10 bilhões, dizendo que “isso ajudará a alimentar nossos investimentos em tecnologia”.
E a empresa quer muito adotar tecnologias autônomas: “ela só se torna um negócio comercial ao remover da equação o operador do veículo”, diz Jeff Miller, chefe de alianças automotivas do Uber, à Reuters. No ano passado, o então CEO Travis Kalanick disse à Bloomberg que, no longo prazo, as corridas serão mais baratas nos carros autônomos porque não será necessário pagar o motorista.
Ao reduzir custos, o Uber talvez consiga lucrar no futuro. Por enquanto, eles vêm amargando prejuízo após prejuízo: no segundo trimestre, as perdas foram de US$ 645 milhões.
Com informações: BloombergReutersEngadget.